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Geógrafo pela Universidade Estadual de Santa Cruz-UESC,Ilhéus/Itabuna; Urbanista pela Universidade do Estado da Bahia, UNEB, Campus Salvador; Especialista em Metodologia para o Ensino Superior, pela Fundação Visconde de Cayru; pós-graduando em Ecologia e Intervenções Ambientais pelo Centro Universitário Jorge Amado, UNIJORGE.

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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Saúde - controle o stress


Conheça quatro dicas para afastar o estresse da sua rotina


Pequenas ações podem fazer toda a diferença no seu cotidiano


Se você tem pouco tempo e preocupações de sobra, certamente o estresse faz parte da sua vida. As opções do que fazer para impedir que isso aconteça são muitas, mas exigem reorganização de horários e, quase sempre, dinheiro: seja para uma aula de pilates, academia de ginástica ou terapia. No entanto, há meios de mandar a ansiedade embora sem exigir muito de você. Conheça quatro atitudes simples que podem ajudar a aliviar o estresse. 


Respire 
Não faça nada, apenas preste atenção ao ar que entra no seu corpo. "Aprendendo a controlar a respiração acabamos com todas as perturbações da mente e dos sentidos", afirma o médico David Frowley, especialista em terapia ayurvédica, sistema de cura tradicional da Índia. Segundo Frowley, nossa energia vem, basicamente, da respiração. "Se o cérebro não recebe a quantidade certa de oxigênio, não temos a energia vital suficiente para nos desenvolver e mudar", diz. 
Pequenas ações podem afastar o estresse da rotina - Foto: Getty ImagesO especialista sugere separar dez minutos do seu dia para a prática. Comece prestando atenção no ritmo em que o ar entra e sai dos pulmões. Aos poucos, vá controlando este intervalo até que ele se torne bem espaçado. Tente contar até dez enquanto puxa e, depois, quando solta a respiração. Fazendo inalações mais prolongadas você fortalece todo o seu corpo e acalma a mente. 


Diga o que pensa 
Claro que não é para sair por aí dizendo tudo aquilo que lhe vem à cabeça. O filtro que divide os pensamentos do que é falado é indispensável no dia a dia, mas é preciso encontrar um equilíbrio. "Quem abre mão de falar o que pensa não se deixa conhecer", afirma a psicóloga Madalena Cabral Rehder. 

Só não esqueça que a comunicação é uma via de mão dupla: falar e ouvir. "Aprender a se comunicar de forma espontânea e com criatividade favorece o crescimento pessoal e profissional", diz a psicóloga. Aprenda a relaxar com dicas simples - Foto: Getty ImagesNos momentos explosivos, entretanto, o silêncio é a escolha certa. "Nesses casos, o melhor mesmo é aquietar e, posteriormente, tocar no assunto em outra ocasião", diz a especialista. 


Tenha amigos
Um estudo realizado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, constatou queamigos podem auxiliar na superação de qualquer tipo de problema. "O acolhimento que os amigos oferecem dá força para resolver as dificuldades, ainda que elas pareçam insolúveis", diz a psicóloga Marina Vasconcellos. 


Outro detalhe importante da pesquisa: conviver com pessoas otimistas eleva as suas chances de dar mais risadas em até 60%. Se a atitude positiva não tem poder de diminuir os problemas, pelo menos impede que eles prejudiquem a sua saúde, agravando quadros de estresse e de doenças cardiovasculares. Mas fique atento: do mesmo jeito que o sorriso é contagiante, o mau humor também se espalha feito poeira.


Adote o escalda-pés
Depois de passar muitas horas do dia com os pés sufocados dentro do sapato, um escalda-pés é tudo o que você precisa. O método relaxa, estimula a circulação sanguínea dos membros inferiores, alivia o estresse e o cansaço acumulado. Basta uma bacia com água quente e sal grosso para diminuir as tensões. 


"A melhor maneira de se tirar proveito do escalda-pés é escolher um local tranquilo para que o relaxamento seja completo. Sugerimos colocar uma música bem calma para ajudar", ensina a terapeuta Shirlei Fideles, do Otris Spa Urbano, de São Paulo. 


Quem quiser incrementar a receita pode acrescentar duas gotinhas de óleos essenciais. "Adicionar elementos de fricção, como bolinhas de gude, pedras de rio ou até mesmo grãos de feijão cru promovem uma massagem suave", acrescenta a terapeuta Érica Viviane Burmeister, do Kyron Spa, de São Paulo. Ela ainda indica os óleos de menta e eucalipto, que combatem a sensação de peso nas pernas. 
Fonte: Minha Vida

Quadrinhos - use o cinto de segurança em qualquer situação

Pense bem!


Ilustração: Tiburcio
Fonte: PINIweb

Urbanismo - nova proposta de construção de calçadas e sarjetas.

Calçadas e sarjetas drenantes: projetos orientados podem aumentar a capacidade das cidades na retenção das águas de chuva

Geólogo escreve segundo artigo de série sobre medidas não estruturais para a minimização de enchentes



Enchentes: ajardinem suas calçadas
Com o artigo anterior "Enchentes: não tirem a serapilheira", iniciamos uma série de textos dedicados à demonstração da importância das medidas ditas não estruturais no combate às enchentes urbanas. Esses textos estão concebidos para, o mais didaticamente quanto o espaço permite, orientar ações técnicas que podem perfeitamente ser adotadas pela sociedade e pelas administrações públicas desde já, por sua simples deliberação, sem nenhuma necessidade burocrática que os desestimule a tanto.
Hoje falaremos das calçadas drenantes e das sarjetas drenantes. Mas antes, vamos recuperar o que já foi esclarecido no primeiro artigo sobre as principais causas das enchentes urbanas. E vamos todos também saber que as medidas não estruturais são aquelas que, inteligentemente, atacam diretamente as causas das enchentes e não somente suas consequências.
Sobre as principais causas de nossas enchentes urbanas, não há hoje mais a menor dúvida sobre quais sejam: a impermeabilização generalizada da cidade, o excesso de canalização de cursos d'água e a redução da capacidade de vazão de nossas drenagens pelo volumoso assoreamento provocado pelos milhões de metros cúbicos de sedimentos que anualmente provêm dos intensos processos erosivos que ocorrem nas frentes periféricas de expansão urbana.
Esse quadro determina o que podemos chamar a equação das enchentes urbanas: volumes crescentemente maiores de água, em tempos sucessivamente menores, escoados para drenagens naturais ou construídas progressivamente, incapazes de lhes dar vazão.


Álvaro Rodrigues dos Santos
Agradável e funcional calçada ajardinada, executada e mantida pelo morador


Diante de um cenário assim colocado, qual seria a providência mais inteligente e imediata para combater as enchentes? Sem dúvida, concentrar todos os esforços em reverter a impermeabilização das cidades, fazendo com que a região urbanizada recupere sua capacidade original de reter as águas de chuva, seja por infiltração, seja por acumulação. Concomitantemente, promover um intenso combate técnico à erosão provocada por obras pontuais ou generalizadas de terraplenagem. Ou seja, fazer a lição de casa, parar de errar. Parece fácil, mas não é. Essa mudança de atitude exigirá uma verdadeira revolução cultural na forma como todos, especialmente nossa engenharia e nosso urbanismo, até hoje têm visto suas relações com a cidade.


Tomada a decisão dessa mudança cultural, haverá à mão, inteiramente já desenvolvido, um verdadeiro arsenal de expedientes e dispositivos técnicos para que esse esforço de redução do escoamento superficial das águas de chuva seja coroado de sucesso: calçadas e sarjetas drenantes; pátios e estacionamentos drenantes; valetas, trincheiras e poços drenantes, reservatórios para acumulação e infiltração de águas de chuva em prédios, empreendimentos comerciais, industriais, esportivos e de lazer; e multiplicação dos bosques florestados, ocupando com eles todos os espaços públicos e privados livres da cidade.
Álvaro Rodrigues dos Santos
Croqui executivo do conjunto sarjeta e calçada drenantes
E então chegamos ao ponto. Considerada essa enorme importância em reter águas de chuva, faz sentido que nossas calçadas sejam em sua quase totalidade totalmente impermeáveis? Somente a cidade de São Paulo tem cerca de 17 mil km de ruas. Obviamente, há nesse conjunto ruas e calçadas de todos os tipos, mas vamos considerar que em ao menos metade dessa extensão total haja condição de se implantar faixas permeáveis, com largura média de 1 m (sempre com o cuidado de se manter uma faixa cimentada lisa mínima de ao menos 0,90 m para o trânsito de uma cadeira de rodas). Teríamos então algo como 17 mil m2 (consideradas as duas calçadas de cada via) de áreas francamente apropriadas para absorver e reter águas de chuva.


Para o estímulo à adoção dessa simples e agradável providência, uma boa ideia seria a criação de um incentivo tributário para o proprietário frontal implantá-las e mantê-las. Medida isoladamente suficiente para evitar enchentes? Claro que não, mas que, se consideradas como parte de um enorme conjunto de outras medidas não estruturais de mesma natureza, seguramente mudariam a história desses fenômenos urbanos.

Álvaro Rodrigues dos Santos
A atual incongruência impermeabilizante pró enchentes (esq.) e como deveriam ser as sarjetas e calçadas no âmbito de uma nova cultura urbanística
Vamos a um outro ótimo expediente: as sarjetas drenantes. As águas de chuva que caem sobre a cidade em algum momento correm sobre sarjetas, hoje paradoxalmente totalmente impermeáveis. Sarjetas orientadamente projetadas para permitir a infiltração e até a acumulação de águas de chuva funcionariam como verdadeiras armadilhas para a redução do escoamento superficial. Em um programa de implantação progressiva dessas sarjetas drenantes, e ainda usando o exemplo da cidade de São Paulo, teríamos ao final a colossal extensão de 34 mil km de um ótimo expediente de retenção de águas de chuva.


No próximo artigo, trataremos de outras medidas não estruturais de combate às enchentes: os reservatórios domésticos e empresariais.

Geólogo Álvaro Rodrigues dos Santos (santosalvaro@uol.com.br)
Ex-diretor de planejamento e gestão do IPT e ex-diretor da divisão de geologia; autor dos livros "geologia de engenharia: conceitos, método e prática", "a grande barreira da serra do mar", "diálogos geológicos" e "cubatão"; consultor em geologia de engenharia, geotecnia e meio ambiente e membro do conselho de desenvolvimento das cidades da Fecomércio.

Fonte: PINIweb



Meio ambiente - transplantar evita cortar árvores


Transplante de árvores


Técnica permite remover árvores do terreno da obra e replantá-las em outro local, evitando o corte do tronco


Fotos: divulgação Rhama Árvores e Paisagismo

Para construir seus empreendimentos dentro de padrões de sustentabilidade, muitas construtoras preferem pagar cerca de 15 vezes o valor do corte de uma árvore para que ela seja cuidadosamente removida de sua posição original e replantada em outro local. "Além disso, em cerca de seis meses a um ano, uma árvore transplantada já recuperou toda sua copa e tamanho, enquanto uma muda levaria 30 anos para chegar ao mesmo porte", explica Valmir Donizeth, diretor da Rhama, empresa especializada no transplante de árvores.

Nilton de Carvalho, engenheiro da Record Planejamento e Construção, concorda com Donizeth. "As árvores replantadas precisam de menos tempo para produzir a beleza e o sombrea­mento que desejamos", explica. A construtora procurou em Minas Gerais uma empresa capaz de realizar o transplante de 50 árvores nas obras de um empreendimento seu em Alagoas. Normalmente, a equipe que participa do transplante de uma árvore é formada por um engenheiro agrônomo e quatro a cinco auxiliares. No caso dos mais de 1.200 transplantes realizados pela Dersa nas obras de ampliação da Marginal Tietê, em São Paulo, o processo também foi acompanhado por engenheiros ambientais e florestais, biólogos e técnicos agrícolas.
Prazos e preços variam de acordo com a dificuldade, como a posição em que a árvore se encontra e o seu porte, sendo normalmente necessário o uso de retroescavadeira e caminhão com guincho hidráulico. Detalhes como esses são definidos em um laudo feito pela empresa contratada, que só inicia o procedimento após comprovar que a árvore está saudável para o transplante.

TRANSPLANTE
Passo 1

Fotos: divulgação Rhama Árvores e Paisagismo

1 Primeiro, deve ser realizada uma escavação criteriosa ao redor dos troncos das árvores que serão retiradas, com a finalidade de formar torrões (blocos compostos pelas raízes da planta mais a terra a seu redor).


Atenção
As árvores não podem ser mantidas nestas condições por um período muito longo. Suas raízes principais precisam se manter ligadas ao solo para suprir a planta com água e nutrientes.



Passo 2
Fotos: divulgação Rhama Árvores e Paisagismo

2 Os torrões são envolvidos com sacos de estopa e com amarrações feitas de barbante de sisal e arame, com o objetivo de mantê-los protegidos no momento em que forem transpor­tados.


Passo 3
Fotos: divulgação Rhama Árvores e Paisagismo

3 Dependendo do porte da árvore, é preciso utilizar também torniquetes e até estruturas de madeira para segurar o torrão. 


Passo 4
Fotos: divulgação Rhama Árvores e Paisagismo

4 A árvore é então erguida por um guincho hidráulico adequado (munck ou guindaste). O planejamento do transporte é importante para evitar acidentes. 


Passo 5
Fotos: divulgação Rhama Árvores e Paisagismo

5 O local definitivo que irá abrigar a árvore deve ter um buraco escavado com dimensões pouco maiores que as dos torrões. Depois que ela é posicionada, o buraco é novamente preenchido com terra. 


Acompanhamento
Nos dois primeiros meses após o transplante, um engenheiro-agrônomo deve acompanhar a adaptação da árvore, pois esse é o período em que ocorre a rebrota de gemas e raízes.


 Fonte: PINIweb

Nutrição - carboidratos

Carboidratos: principal fonte de energia

O nutriente não pode faltar na alimentação de quem pratica exercício físico


Eles são responsáveis por atividades corriqueiras como andar, correr e trabalhar. Seu consumo é vital para a nossa existência. O carboidrato desempenha diversas funções em nosso organismo, entre elas a nutrição das células do sistema nervoso central. 

O corpo vai usar todos os artifícios para manter essas células alimentadas, porque o suprimento de glicose não pode parar. Com a diminuição de carboidratos da dieta, o organismo passa a usar as proteínas para produzir energia, causando possível perda da massa muscular. 

A ingestão correta de carboidrato previne o uso da proteína muscular. Todos os carboidratos possuem teor calórico igual às proteínas e devem ser consumidos de forma eficaz, ou seja, através de alimentos ricos em amido associados às fibras. 

Por isso, recomenda-se o consumo dos carboidratos complexos: cereais e grãos integrais (pão, macarrão, arroz, aveia, centeio...), vegetais e frutas. 

Importante para os esportistas
Para quem pratica atividade física regularmente o carboidrato é o nutriente mais importante na alimentação. Isso porque esse nutriente será responsável em maximizar seus estoques antes do exercício, fornecer energia durante o mesmo e também terá um papel fundamental no período de recuperação pós-exercício. Vários estudos na literatura sugerem que um aporte adequado de carboidratos na alimentação melhora o desempenho durante o exercício, ao passo que uma ingestão inadequada desse nutriente pode acarretar em cansaço e fadiga. Isso porque os estoques desse nutriente no nosso organismo são bastante limitados - ao contrário dos estoques de gordura. Por isso, devemos ingerir o carboidrato em quantidades adequadas sempre em nossa alimentação para repor e até maximizar seus estoques não comprometendo dessa forma o desempenho.
Quanto carboidrato devemos consumir? 
É recomendado seguir uma alimentação que forneça pelo menos 50% do seu total calórico em carboid
Quais são os alimentos ricos em carboidrato ? 
Arroz, batata, massas em geral, mandioca, pães, bolachas, aveia, granola, cereais matinais, barras de cereais, frutas, legumes são excelentes fontes de carboidrato. Vale à pena lembrar que, além do carboidrato, esses alimentos também fornecem para o nosso organismo alguns outros nutrientes, tais como vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina A. Deve ser lembrado que, de preferência, arroz, pães e bolachas devem ser consumidos em sua versão integral, fornecendo assim um aporte maior de fibras a nossa alimentação. Prevenindo o diabetes, hipercolesterolemia e intestino preso.


Novos estudos vinculam troca de arroz branco por grãos integrais com a diminuição do risco de desenvolver o diabetes tipo 2
Um novo estudo feito por pesquisadores da Harvard School of Public Health (HSPH) descobriu que comer cinco ou mais porções de arroz branco por semana causa um aumento do risco de diabetes tipo 2. 

Porém, comer duas ou mais porções de arroz integral por semana foi associado a um menor risco da doença. Estima-se que a substituição de 50 gramas de arroz branco (apenas um terço de uma porção típica diária) pela mesma quantidade de arroz integral diminuiria o risco de diabetes tipo 2 em 16%. 

A substituição mesmo com outros grãos integrais, como trigo integral e cevada, foi associado com uma diminuição do risco de diabetes tipo 2 de 36%. 

Esse estudo é o primeiro a analisar especificamente o arroz branco e arroz integral em relação ao risco de diabetes. No Brasil, o consumo de arroz branco é enorme, faz parte do prato de praticamente todos os brasileiros em pelo menos uma refeição do dia, por isso a substituição do arroz branco e outros grãos refinados por grãos integrais, incluindo arroz, ajudaria muito a reduzir o risco de diabetes tipo 2 entre o nosso povo. 

O arroz integral é superior ao arroz branco quando se trata de conteúdo de fibras, minerais, vitaminas e fitoquímicos. Além disso, ele não gera um aumento tão grande nos níveis de açúcar no sangue após uma refeição. 

A moagem e o polimento do arroz integral eliminam a maioria de suas vitaminas e minerais. 

Fonte: Minha Vida

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Copa 2014 - mais hotéis para Salvador e Região Metropolitana



Quatorze hotéis serão construídos em 

Salvador até a Copa 2014

Previsão é atingir 70 mil leitos, o número atual é de 50 mil na capital e região.

Investimento na construção e reforma deve chegar em R$ 300 

milhões.

Do G1 BA, com informações da Tv Bahia
Quatorze hotéis serão construídos em Salvador e em cidades vizinhas para atender aos torcedores que querem ver os jogos da Copa de 2014. Um tradicional prédio construído em 1912, localizado na Praça Castro Alves, em Salvador, será transformado em hotel de luxo com 70 apartamentos.
O investimento previsto é de sete milhões de dólares e a obra deve estar pronta em 2014. Há 15 dias, empresários portugueses confirmaram a construção de um hotel cinco estrelas na Cidade Baixa de Salvador, com 120 apartamentos e um shopping de alto luxo.
Ao desembarcar em Salvador, o turista tem duas opções. Uma delas é ir para os tradicionais hotéis da capital, ou seguir em direção ao Litoral Norte, onde há grandes investimentos já realizados e até a Copa de 2014 os empresários esperam podem ampliar ainda mais a capacidade de leitos para receber turistas de todo o mundo.
As atrações principais para quem escolhe o litoral norte são as belezas naturais. Em vários pontos da orla, grandes empreendimentos ficarão prontos até a Copa de 2014. A previsão é de que cerca de 70 mil leitos estejam à disposição de turistas durante o evento esportivo. O número atual é de 50 mil leitos em Salvador e Região Metropolitana.
Para a Copa do Mundo vão ser credenciados hotéis que ficam em um raio de cerca de 100 km da capital. “É muita diversão, tem opção para criança. O sol aqui também ajuda, o mar é maravilhoso. É muito legal”, disse Fátima Barbosa, turista de Pernambuco.
O investimento na construção e reforma de hotéis deve chegar em R$ 300 milhões financiados pelo governo com empréstimos em longo prazo. O Secretário Estadual da Copa, Ney Campello, alerta que a reforma é essencial, pois os hotéis de Salvador precisam ser modernizados. “Nós temos um parque hoteleiro em que o tempo médio de vida útil é de aproximadamente 20 anos, portanto uma rede hoteleira mais antiga. Nós temos que focar na eficiência da prestação de serviços. O baiano é o mais cordial, o mais hospitaleiro de todos os brasileiros. Nosso problema não é de cordialidade, é de eficiência”, completa o gestor.
“Na ultima pesquisa feita na copa da África do Sul, diz que o turista que vem para a copa do mundo, ele é masculino, jovem (entre 25 e 40 anos), com renda média superior a R$ 12 mil, o que representa algo em torno de cinco vezes a renda média daquele que vem para o carnaval, portanto o grau de eficiência é diferenciado”, completa Campello.

Turismo - novo projeto para o porto de Salvador



Novo projeto do porto de Salvador deve 



modificar a Cidade Baixa

Governo pretende modificar área às margens da Baía de Todos os Santos.

Obra custará R$ 36 milhões e deve ser finalizada até maio de 2013.

Do G1 BA, com informações da TV Bahia
Um projeto para o novo porto de Salvador pretende transformar o bairro do Comércio, na Cidade Baixa. O trecho que deve receber as modificações compreende dois quilômetros às margens da Baía de Todos os Santos. Quem transita pelo local atualmente não consegue ter uma ampla visão do mar, entretanto, o projeto que deve ser finalizado até 2013 irá contemplar baianos e turistas com uma das mais belas paisagens da cidade.
Na Avenida da França, uma das principais vias de Salvador, está localizada a Companhia das Docas da Bahia (Codeba) que ocupa a área com o atual porto de Salvador. O governo pretende transformar o local pensando em ações futuras. “Nossa meta é ter no futuro cruzeiros que nasçam aqui e que terminem suas viagens aqui e propiciem não só a questão do cruzeiro turístico, mas a ocupação dos hotéis e aeroportos”, ressalta José Rebouças, presidente da Codeba.
Processo licitatório
Um total de 20 empresas já demonstrou interesse em participar da concorrência, que está marcada para o próximo dia 19 de outubro. O edital de licitação publicado pela Codeba prevê que as obras devem estar prontas até o dia 13 de maio de 2013, data em que o porto de Salvador completa 100 anos de existência. Um dos galpões, que tem capacidade para receber grande quantidade de trigo, provenientes da Argentina e do Chile, deixará de existir. A obra deve custar cerca de R$ 36 milhões e irá eliminar outro armazém no local.
O novo porto deve contar com postos da Polícia Federal, Ministério da Cultura e Juizado de Menores. A previsão é de que o novo tenha três pavimentos e conte ainda com restaurantes e lanchonetes. Ao todo, o projeto prevê uma reforma de 10 mil m² e também contará com área aberta de circulação livre.