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Geógrafo pela Universidade Estadual de Santa Cruz-UESC,Ilhéus/Itabuna; Urbanista pela Universidade do Estado da Bahia, UNEB, Campus Salvador; Especialista em Metodologia para o Ensino Superior, pela Fundação Visconde de Cayru; pós-graduando em Ecologia e Intervenções Ambientais pelo Centro Universitário Jorge Amado, UNIJORGE.

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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Mobilidade Urbana - decisão por sistema de trilhos para o transporte de Salvador

Não simpatizo muito com o governo estadual, mas o mesmo foi brilhante ao afirmar que se deve aproveitar o momento e dotar a capital de um sistema de transporte eficiente. Não se deve visar somente a Copa de 2014, e sim o que ficará como legado para a população que sofre há décadas com o caótico meio de transporte feito por ônibus. É uma visão totalmente à frente do governo municipal, que no meu entender pensa pequeno, não sabe aproveitar as oportunidades ou talvez quisesse beneficiar o SETPS, uma praga que infesta o sistema de transporte de Salvador. Quem sairá ganhando com certeza, após esta sábia decisão, é a população que sofre na mãos destes empresários gananciosos que só pensam em ganhar mais e mais dinheiro e incapazes de evoluírem intelectualmente.
Leiam abaixo o PMI (Procedimento de Manifestação de Interesse), realizado pelo governo estadual e publicado no Diário Oficial, que trata sobre a escolha do modal de transporte para a capital da Bahia.

Wagner e João apresentam PMI 

O Diário Oficial do Estado (DOE) publica em sua edição de 11/08 o resultado do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) realizado pelo governo para escolher os projetos de execução do plano de mobilidade urbana, da Arena Fonte Nova e da ponte que vai ligar Salvador à Ilha de Itaparica.



Até o fechamento desta edição, a Secretaria de Comunicação do governo estadual (Secom) ainda não havia definido local e horário, mas confirmou que o governador Jaques Wagner (PT) e o prefeito João Henrique (PP) concederão coletiva à imprensa hoje para apresentar oficialmente o relatório do PMI.



Após muita expectativa e tensão entre o Executivo estadual e municipal por conta do impasse entre Bus Rapid Transit (BRT) e um modal sobre trilhos para ligar Salvador a Lauro de Freitas, ao longo da Avenida Paralela, Wagner anunciou na última segunda-feira (8) que o consenso entre Estado e Prefeitura definiu que a locomoção será feita por metrô. 



A Prefeitura defendia a implantação do BRT como mais barato e mais viável para ser construído e entregue à população até a Copa do Mundo 2014, da qual Salvador será uma das 12 cidades-sede. 



O Estado, por outro lado, entendeu que há tempo e condições para construção de um sistema de transporte integrado que vai desde o subúrbio ferroviário (com o trem comum que já funciona) ao aeroporto. O governador Jaques Wagner afirmou que a oportunidade da Copa deve ser aproveitada para captar  recursos com o governo federal para construir um modelo de transporte de massa que fique instalado de forma permanente na cidade.



O PMI vai revelar pela primeira vez ao público detalhes sobre a ideia da ponte Salvador-Itaparica, tais como seus estudos de viabilidade e os projetos de execução que foram apresentados. 



O procedimento põe fim também ao impasse que se instalou entre o governo e o Tribunal de Contas do Estado (TCE) sobre a Arena Fonte Nova. Os projetos executivos para construção do estádio também serão apresentados hoje. Uma reunião na próxima segunda-feira (15) entre Estado e Prefeitura vai definir o cronograma com prazos de licitação, início e conclusão das obras do plano de mobilidade. 



De acordo com o chefe da Casa Civil de Salvador, João Leão, o edital de licitação do sistema integrado deve sair entre 70 e 90 dias. Na segunda (8), o governador afirmou que as obras teriam início ainda neste ano.

BRT terá novas projeções

O BRT proposto pela Prefeitura não será esquecido. No acordo firmado entre Wagner e JH, cujo teor oficial será conhecido hoje, ficou decidido que os ônibus modernos farão a integração do transporte do subúrbio ferroviário ao aeroporto pelas chamadas vias alimentadoras, a exemplo das avenidas Pinto de Aguiar, 24 de Março, Gal Costa e San Martin. Leão adiantou à Tribuna que haverá uma estação de transbordo na Calçada. 



A ideia é integrar o trem do subúrbio ao Acesso Norte (Rótula do Abacaxi), onde o cidadão terá acesso ao metrô, podendo chegar a Lauro de Freitas. Ficou decidido também que o bairro de Cajazeiras será atendido com metrô. Ainda de acordo com Leão, poderá ser construído um “pequeno terminal de parada” do BRT na região do Iguatemi.



Sobre os R$ 570 milhões disponíveis na Caixa Econômica para execução do primeiro projeto apresentado pela Prefeitura, o do BRT ao longo da Paralela, a expectativa é a de que o montante seja aproveitado para tocar o modal com suas novas projeções. Para implantação do BRT nas vias alimentadoras, deverão ser gastos R$ 300 milhões, segundo João Leão. 



O secretário estadual do Planejamento, Zezéu Ribeiro, reiterou as palavras do chefe da Casa Civil , mas não quis dar maiores detalhes sobre o relatório do PMI, do qual ele foi condutor. “Eu botei a bola na marca do pênalti e quem vai chutar é o presidente do clube. O presidente do nosso clube é o governador Jaques Wagner”. 
Fonte: Tribuna da Bahia



Transportes - venceu o metrô. Oxalá!

Governo homologa decisão por metrô na Paralela


A decisão pelo metrô para a Avenida Paralela como modal de transporte, foi homologada nesta quinta-feira (11), pelo Governo do Estado. A doção da medida foi publicada no Diário Oficial do Estado da Bahia de hoje, com a decisão do Grupo de Deliberação referente ao Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI), da Mobilidade Urbana de Salvador e Lauro de Freitas.



A homologação é resultado das análises do Grupo de Deliberação composto pelo procurador geral do Estado, Rui Moraes, e pelos secretários estaduais da Casa Civil, Eva Chiavon, do Desenvolvimento Urbano, Cícero Monteiro, da Fazenda, Carlos Martins, e do Planejamento, Zezéu Ribeiro, coordenador do grupo.



O ato referenda os estudos técnicos que concluíram pela construção da Linha 2 do metrô, que ligará o Acesso Norte ao município de Lauro de Freitas. Com a construção da Linha 2 serão acrescidos 22 quilômetros, viabilizando seu funcionamento.



O Grupo de Deliberação incorporou ainda sugestões das prefeituras de Salvador e Lauro de Freiras como a implementação de vias complementares e alimentadoras do metrô, além da recuperação e modernização do sistema ferroviário do Subúrbio e a interligação dos bairros de Pirajá com Cajazeiras.
Fonte: Tribuna da Bahia




Economia - investimentos em infraestrutura portuária

Terminal de passageiros será licitado em setembro


Uma das obras previstas para preparar a cidade visando a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de Futebol de 2014, no Brasil, a requalificação do novo Terminal de Passageiros de Salvador será licitada a partir do próximo mês, conforme anunciou o diretor-presidente da Codeba, José Rebouças. 



O novo terminal tem dia exato para ser entregue: 13 de maio, quando o porto da capital completa 100 anos. A data permite o atendimento a torcedores dos dois torneios internacionais de futebol. A área será ampliada de 400 metros quadrados para 5 mil metros quadrados, numa obra orçada em R$ 36 milhões. 



Em entrevista à Tribuna, o secretário estadual da Indústria Naval e Portos, Carlos Costa, acrescentou que o governo baiano também elabora um projeto que beneficiará o Terminal de Passageiros. A ideia, informou o dirigente estadual, é ordenar o receptivo turístico no equipamento e o tráfego nas suas imediações. 



Uma proposta é transferir a saída dos passageiros para um local próximo – a área ainda está em estudo –, deixando a Avenida da França apenas para o tráfego de veículos. O secretário destacou que o equipamento integrará o legado pós-Copa. “Precisamos aproveitar o movimento da indústria do turismo, hoje sazonal, e receber navios o ano inteiro”.



De investimento da Codeba, a parte de cargas do porto da capital receberá ainda novos equipamentos, totalizando um aporte de R$ 580 milhões contando todas as intervenções já executadas e previstas. Contando os terminais de Aratu (R$ 360) e Malhado (R$ 10 milhões), em Ilhéus, serão aplicados R$ 1 bilhão nos portos administrados pela Codeba, incluindo obras iniciadas desde o ano passado e outras em planejamento. Rebouças explica que o setor de cargas começará ainda este ano a exportar algodão e, dentre as melhorias previstas, será implantado um terminal especializado em cereais, especialmente trigo e malte. Carlos Costa e José Rebouças destacam que a construção da Via Expressa, que ligará o porto à BR-324, como outro fator que incrementará o funcionamento do porto.



O secretário reconhece que a Bahia tem gargalos na área portuária que precisam ser corrigidos.  Porém, destaca o empenho do governador na questão – Jaques Wagner foi o gestor baiano que instituiu a Seinp – e afirmou que trabalha em parceria com a Codeba e a Secretária Especial de Portos da presidência da República (SEP)  visando a resolução dos problemas. 



Marco legal - Sobre o porto de Aratu, que atende ao Polo Petroquímico  e ao CIA, o secretário Carlos Costa informou que o governo estadual espera apenas uma definição do marco legal. O terminal funciona como armazém de produtos do governo federal. A organização da gestão da parte privada e da parte pública é gerida pela portaria 108, de 06 de abril de 2010, que requer ainda uma regulamentação em elaboração pela SEP e Agência Nacional de Transportes Aquáticos (Antaq).Segundo explicou o secretário estadual, falta ainda uma definição de como se dará a concessão de espaços para a iniciativa privada, uma modelagem diferente da do arrendamento. 



No rol de investimentos programados, o porto de Aratu deve receber R$ 360 milhões. O Terminal de Granéis Sólidos (TGS-1) foi recuperado em 2010. Agora os planos da companhia incluem a ampliação do píer do Terminal de Granéis Líquidos, que ganhará dois berços de atracação; ampliação da tancagem de líquidos; duplicação dos acessos rodoviários e a construção de pátio de triagem/estacionamento de veículos de carga em área anexa ao porto. Todos estão em fase de pro-jeto. Em fevereiro, Aratu teve o funcionamento paralisado por 21 dias para obras de infraestrutura e substituição de equipamento.

Licenciamento do Porto Sul adiantado

A construção do Porto Sul, em Ilhéus, deve começar no mais tardar nos primeiros meses de 2012. O titular da Seinp, Carlos Costa, informou que o licenciamento da obra junto ao Ibama está em fase adiantada, devendo ser concluída até outubro, e ainda este ano a SEP deve concluir os projetos de engenharia. Um dos principais entraves do projeto, o local exato do equipamento, foi equacionado: Aritaguá, que, ao contrário de Ponta da Tulha, não desperta protestos de ambientalistas. 



“Com a Ferrovia Oeste-Leste (com obras iniciadas), o Porto Sul vai atender não só ao oeste baiano, mas também o oeste brasileiro”, frisou Costa. O secretário estima que o futuro terminal exporte 80 milhões de toneladas de minério de ferro, 600 mil toneladas de algodão, 3 milhões de toneladas de soja, entre outras commodities. O investimento é de R$ 2,6 bilhões. 



Receberá também as importações de insumos para o agronegócio e fontes de energia (óleo diesel, gasolina, etanol). A proposta de Carlos Costa é integrar Malhado ao Porto Sul. A seu ver, o porto atual poderá servir para carga limpa (sujeita à contaminação, como a celulose) e receptivo de contêineres. Em Malhado, a Codeba pretende fazer a dragagem de manutenção, no primeiro momento, e de aprofundamento para 14 metros, a ampliação da retroárea primária e na implementação de um canal de tráfego direto e livre, de modo a garantir a atração de novos volumes de cargas. 



Na semana passada, a Companhia de Docas solicitou a licença de operação ao Ibama para a dragagem de manutenção. Outra intervenção deverá ser incluída no PAC 2. “Devido as iniciativas da Codeba, o Porto de Ilhéus nos últimos anos passou por mudança no seu perfil, com a movimentação de novas cargas”, disse José Rebouças. (AV)

Usuários reivindicam aporte de R$ 3 bi

A Associação dos Usuários dos Portos da Bahia (Usuport) avalia que os três portos baianos (Salvador, Aratu e Ilhéus) necessitam de pelo menos R$ 3 bilhões em investimentos nos próximos quatros anos. O montante seria o necessário para resolver gargalos atuais em granéis líquidos e sólidos  e garantir a necessidade da economia baiana até 2020, segundo o diretor executivo da Usuport, Paulo Villa. 



“Mas o investimento que a Bahia precisa não é público, mas de licitar os arrendamentos (para gestão privada)”, pontua. As intervenções reivindicadas pela associação foram agrupadas no estudo Agenda Mínima de Infraestrutura Portuária.A única demanda pública prevista no estudo da Usuport, seria a extensão do quebra-mar de Salvador, orçada em R$ 100 milhões. “Essa obra está prevista no PAC 2”, acrescenta o executivo. Segundo ele, a licitação dos arrendamentos previstos na legislação portuária “vai quadriplicar nossa capacidade em granéis sólidos e duplicar a de graneis líquidos e contêineres”.



Villa reafirma a bandeira dos usuários pela estadualização dos portos administrados pela Codeba, alegando que em apenas sete estados os terminais não têm gestão do Estado. Porém, “a Bahia (leia-se Estado, Codeba e usuários) precisa ficar unida no sentido de superar os seus gargalos de forma rápida e eficiente. O estado precisa crescer e, para isso, aumentar sua infraestrutura portuária”. 



O secretário estadual da Indústria Naval e dos Portos, Carlos Costa, frisou que o estado concorda com o arrendamento. O assunto inclusive foi tratado pelo governador Jaques Wagner numa entrevista à imprensa em que informou já ter identificado investidores interessados. Um projeto da Seinp é o arrendamento de 540 metros de berço de atracação em Salvador, em negociação com o governo federal. A ampliação do quebra-mar está prevista entre os projetos federais para os portos baianos, acrescentou. (AV).
Fonte: Tribuna da Bahia



Infraestrutura - o destino da Ferrovia Oeste-Leste (FIO)

Ibama e Valec assinam termo para retomada das obras da FIOL


A Valec - Engenharia, Construções e Ferrovias e o IBAMA - Instituto de Meio Ambiente assinaram um termo de compromisso para assegurar a restauração da licença de instalação para execução das obras da Ferrovia Oeste-Leste, na Bahia. O documento, que garante a efetivação dos Planos Básicos Ambientais (PBAs), foi apresentado durante reunião em Brasília solicitada pela secretária da Casa Civil do Governo da Bahia, Eva Chiavon. 



O termo prevê que o cumprimento do programa é de responsabilidade da Valec e das empresas executoras, sendo a Casa Civil/BA responsável pelo seu monitoramento. O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, se comprometeu com a secretária Eva Chiavon para assegurar a retomada das obras.



Desde a suspensão da licença pelo IBAMA no final do mês de julho que as obras da FIOL estavam paradas.  Segundo a estatal Valec, responsável pela construção da ferrovia, “o IBAMA concedeu no final de 2010 Licença de Instalação somente para o trecho Ilhéus – Caetité, que corresponde à primeira fase de execução do projeto. As obras nesse trecho, dividido em quatro lotes, foram iniciadas em janeiro deste ano, mas haviam sido suspensas em julho último até que a Valec cumpra todas as exigências ambientais estabelecidas”, disse.



Questionado sobre o trecho, apontado pelo IBAMA, que passa em áreas de cavernas situadas na região do São Francisco, Oeste da Bahia, e em trechos nas cidades de Barreiras, São Félix do Coribe, Santa Maria da Vitória e São Desidério, a Valec se manifestou dizendo que analisa ainda o caso. 



De acordo com a assessoria, “está sendo estudada uma alternativa mais viável. Por enquanto não tem nada definido, sobre alteração de traçado, alteração de custos e prazo de execução. A licença ambiental da FIOL continua suspensa e a Valec está aguardando a manifestação do IBAMA para a assinatura do Termo de Compromisso”, revelou a estatal.

Descumprimento das normas

 A suspensão das obras da Fiol, divulgada na ocasião pelo IBAMA, seria motivada pelo não cumprimento por parte da Valec de condições socioambientais previstas na licença de instalação, concedida em novembro passado. Os quatro trechos que tiveram licença suspensa, orçados em R$ 2,5 bilhões, estão entre Caetité e Ilhéus no estado da Bahia. A Ferrovia Oeste Leste tem um grande impacto na economia baiana. Ao longo dos seus 1.527 km de extensão, ela interliga os estados do Tocantins, em Figueirópolis, e da Bahia, em Ilhéus, região sul do estado. O investimento previsto no empreendimento é da ordem de R$ 7,4 bilhões. A previsão da Valec, para entrega das obras no trecho    Ilhéus a Caetité, com 530 km, e Barreiras, São Desidério a Figueirópolis, no estado do Tocantins, com 547 km, era de conclusão em 2012. 



Ao passo que Caetité, Barreiras e São Desidério, com 413 km, tem previsão de término das obras em 2013.  Entre as vantagens da construção da FIOL para o estado da Bahia, a questão logística é a mais importante, com a redução de custos do transporte de insumos e produtos diversos, o aumento da competitividade dos produtos do agronegócio e a possibilidade de implantação de novos polos agroindustriais e de exploração de minérios, aproveitando sua conexão com a malha ferroviária nacional. 



Os principais produtos a serem transportados são soja, farelo de soja e milho, além de fertilizantes, combustíveis e minério de ferro. A ferrovia, segundo a Valec, promoverá a dinamização das economias locais, alavancando novos empreendimentos na região, com aumento da arrecadação de impostos, além de geração de cerca de 30 mil empregos diretos.
Fonte: Tribuna da Bahia



Cidade - abandono do Centro Histórico e outras


Investidores desistem do Centro Histórico de Salvador

O Centro Histórico de Salvador, que deveria ser um atrativo para os turistas que chegam à capital baiana, está afugentando não apenas visitantes como investidores. Estima-se que cerca de 70 estabelecimentos comerciais tenham fechado as portas, na região, nos últimos seis anos. Adquirido em 2003 pelo grupo português Alexandre de Almeida, o Hotel Palace, localizado na Rua Chile, está novamente à venda. Cansados de esperar pela tão anunciada revitalização, os portugueses desistiram de instalar em Salvador sua primeira unidade fora da Europa. Informações de mercado garantem que Txai, Fasano e Hilton seguem o mesmo caminho. Quem não desistiu reduziu a velocidade dos investimentos à espera de boas notícias. O Grupo LGR Empreendimentos -  acionista em oito shoppings no país, incluindo o Iguatemi e o Barra - decidiu colocar o projeto que tem para o Santo Antônio Além do Carmo na gaveta. A ideia da LGR é investir cerca de R$ 40 milhões para  transformar aquela área numa espécie de Quartier Latin ou Montmartre, famosos bairros parisienses, onde residências, lojas, escritórios, teatros e galerias de arte convivem em harmonia.
Na espera 
A LGR já investiu R$ 10 milhões para adquirir 33 casas no Santo Antônio. Dois casarões já foram reformados e outros sete devem entrar em restauro em breve. O grupo pretende recuperar todos os imóveis, no prazo de dois anos, mas não tem planos de ocupá-los até que o Centro Histórico receba uma atenção maior do poder público. A violência é a principal queixa dos empresários. Recentemente, o embaixador da Lituânia no Brasil foi assaltado na porta do Pestana do Carmo. Com isso, cancelou a vinda de 70 congressistas à cidade.
Só prejuízos
O secretário de Turismo da Bahia, Domingos Leonelli, reconhece a situação crítica do Centro Histórico: “Não podemos fingir que somos uma cidade do 1º mundo com 3 milhões de habitantes e mais de 300 mil desempregados. Precisamos de ações imediatas e conjuntas de todas as instância”, diz. Mas o discurso nem sempre tem respaldo na prática. Basta lembrar da decisão do governo de instalar um centro de recuperação de viciados em drogas no bairro de Santo Antônio. Se não bastasse a violência e o abandono, os empresários que bravamente resistem em manter seus empreendimentos na área se queixam da falta de sensibilidade dos governantes, ao reclamar do fechamento do Plano Inclinado Gonçalves. Há seis meses parado, o plano só tem aumentado os prejuízos das empresas instaladas na área.
Cruzeiros em alta 
O porto de Salvador foi o quarto do País no segmento de cruzeiros marítimos na temporada 2010/2011. A pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) coloca a capital baiana com a melhor colocação fora do eixo Rio-São Paulo, tanto em número de passageiros como em receita. Os cruzeiros marítimos geraram em Salvador uma movimentação de        R$ 43,9 milhões na alta estação, cerca de 10% do volume nacional, de R$ 150 milhões. Segundo a pesquisa, esses recursos foram direcionados principalmente para o comércio varejista, o segmento de alimentação e bebidas, transporte, passeios turísticos e, em última posição, para o de hospedagem, que recebeu apenas 3% do bolo.
A Grécia é aqui
A Rua das Hortênsias, na Praça Ana Lúcia Magalhães, na Pituba, vem se consagrando como um point de bons restaurantes e docerias. A nova investida na área é o Santorini Café, empreendimento que não apenas homenageia a Grécia, como tem como forte a culinária mediterrânea, além de cafés e doces. Resultado de um investimento de R$ 300 mil, o novo espaço tem à frente a empresária Dulce Soares, que há 20 anos comanda o Buffet Fadas e Duendes. A Rua das Hortênsias em breve também ganhará mais uma filial do Pereira. 
Mais estrangeiros 
Na alta temporada, iniciada em outubro de 2010 até maio, foram realizados 414 cruzeiros, que passaram por 21 cidades do litoral do país. O preço competitivo dos pacotes justifica o volume de passageiros transportados: 792 mil pessoas, sendo 99 mil estrangeiros, número que representa 12,5% do total de cruzeiristas. De acordo com o Anuário Estatístico do Ministério do Turismo, o número de chegadas de turistas internacionais por via marítima teve um incremento acumulado de 182% no período de 2003 a 2010. No mesmo tempo, o crescimento do número de chegadas de turistas estrangeiros pelas diferentes vias de acesso, no Brasil, totalizou 23%.
Jantar português
A Câmara Portuguesa da Bahia já está no aquecimento para os negócios envolvendo a Copa do Mundo. Nesta sexta-feira, a partir das 19 horas, o presidente da entidade, Antônio Coradinho, juntamente com seu vice e diretor executivo da Totvs Bahia, Ricardo Galvão, recebem o ministro das Cidades, Mario Negromonte, em jantar no restaurante La Catarineta, no Hotel Pestana. O encontro vai reunir um grupo de empresários em torno do tema “Salvador: Cidade-sede da Copa 2014”.
JAC Motors na Bahia 
O secretário da Indústria e Comércio, James Correia (foto) desconversa quando é pressionado a dar mais detalhes sobre as negociações para a vinda da montadora chinesa JAC Motors. Como bom negociador que é, se limita a dizer que o Estado continua forte na disputa. “O grande diferencial aqui é o fator mão de obra, com custo reduzido em torno de 40%, o que resulta em uma grande vantagem”, explica. Sabe-se, entretanto, que o governo já negocia até a desapropriação de um terreno, em Camaçari, para a instalação da montadora chinesa. A ideia é que a primeira fábrica da JAC Motors no Brasil produza uma nova linha de veículos com custo abaixo de R$ 40 mil.
No interior
A Leader inaugura sua primeira filial no interior da Bahia, em Feira de Santana, no dia 18 de agosto. O presidente da rede, Robson Gouvêa, estará presente na abertura da loja, que possui 2 mil m² e ficará localizada no Shopping Boulevard.  Em 2010, a rede de varejo abriu sete lojas e tem planos de dobrar de tamanho em apenas quatro anos. No país, a Leader conta com 53 unidades espalhadas em oito estados brasileiros. 
Fonte: Tribuna da Bahia

Aeroclube Plaza Show - descaso do Judiciário


Aeroclube, uma agonia sem fim à vista



Não há prazo para o julgamento do caso envolvendo o embargo das obras do Aeroclube no Tribunal Regional Federal, da 1ª região, em Brasília. A assessoria do Tribunal informou através de e-mail que “conforme andamento processual, os agravos em questão não constam de pauta de julgamento até o presente momento”. 

Ainda segundo o e-mail, de acordo com o gabinete do juiz encarregado de julgar o caso, o desembargador Carlos Moreira Alves, “não há como prever se entrarão em pauta ainda neste ano, visto o número exacerbado de processos a serem julgados pelo gabinete e por não existir pautas com tamanha antecedência”.

A situação se arrasta a quatro anos, representando sofrimento financeiro e psicológico para os lojistas e uma imagem clara do abandono em Salvador, se transformando num monstrengo que enfeia um dos pontos mais bonitos da capital baiana, sua orla, na região da Boca do Rio. 

A paralisação das obras do Aeroclube, que se iniciou em 2007, gerou e ainda gera prejuízos incalculáveis. Somente com a obra e a manutenção a assessoria do shopping calculou, na época, custos superiores a R$ 100 milhões, sem contar com os danos financeiros individuais de cada um dos lojistas.

No auge das operações, em 1999, ano em que foi inaugurado, o Aeroclube chegou a computar 115 empreendimentos em operação, num mega investimento de R$ 50 milhões e geração de 10 mil empregos diretos e indiretos. Atualmente apenas 20 lojistas mantêm suas lojas em funcionamento amargando prejuízos incalculáveis.

TB acompanha o caso


A Tribuna da Bahia vem acompanhando a situação do Aeroclube - localizado num dos melhores pontos de Salvador, na Orla, o maior shopping a céu aberto da Bahia é hoje um retrato do descaso, abandonado e sem ofertar atrativos a moradores e turistas. 

O mais inacreditável é que, mais de um ano depois da sentença favorável emitida pelo juiz federal da 11ª Vara na Bahia, Saulo Casali, julgando improcedente a ação que embargava as obras de reforma e ampliação do Aeroclube, a situação não mudou porque ainda não houve o julgamento do caso no Tribunal Regional Federal, da 1ª região, em Brasília. O desembargador encarregado, Carlos Moreira Alves, ainda não se manifestou e não há previsão que ele venha se manifestar sobre o caso ainda neste ano, segundo a própria assessoria do Tribunal.

A situação no Aeroclube chama atenção dos baianos. Desde março de 2010 que a Tribuna da Bahia vem noticiando o Aeroclube e já chegou a ouvir empresários e políticos sobre o caso no decorrer da série de reportagens veiculadas desde então. Atualmente o Aeroclube Plaza Show não chega à sombra do que foi nos velhos tempos. De um moderno centro de lazer e entretenimento para a comunidade o Aeroclube se encontra totalmente abandonado. Palco de assaltos e violência, o shopping se transformou num cemitério de sonhos. Os próprios representantes das duas entidades que assinaram a liminar que gerou o embargo nas obras do Aeroclube: Associação Desportiva Beneficente Social da Boca do Rio e, Grupo Cultural e Recreativo Bahia Tribal Ação Social, se manifestaram favoráveis ao fim do embargo, se declarando, inclusive, arrependidos de terem assinado a liminar que gerou o embargo. 
Fonte: Tribuna da Bahia

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Humor - cuidado ao tomar cerveja!

MUITA CERVEJA FAZ O MESMO EFEITO DA YOGA...!!! 



Savasana

É uma posição de total relaxamento.


Balasana

Posição que traz uma sensação de paz e tranquilidade.


Setu Bandha Sarvangasana

Esta posição acalma o cérebro e recupera pernas cansadas.


Marjayasana

Esta posição provoca uma massagem suave na barriga e na espinha.


Halasana

Posição do arado.
Ótima para dor nas costas e para insônia.


Dolphin

Ótimo para os ombros. Também fortalece o torax, pernas e braços.


Salambhasana

Uma forma efetiva de fortalecer os músculos lombares, pernas e braços.


Ananda Balasana

Esta posição faz uma boa massagem na área dos quadris.


Malasana

Esta posição estira os tornozelos e músculos das costas.




Faça Yoga, ou beba bastante cerveja... 
dá no mesmo. 

Enviado por Sócrates - Juazeiro/BA.